Quem cobra mal se arrisca a fazer um péssimo negócio

Quem cobra mal se arrisca a fazer um péssimo negócio

O Preço de COBRAR MALDai a Cesar o que é de César e a Deus o que é de Deus.” (Marcos 12-17)

 

O que eu interpreto: “aos pequenos o menor”.

Certa vez tentei aplicar um preço promocional a um produto. Tratava-se de um complexo sistema de EAD que eu acreditava já ter lucrado o suficiente.  Decidi vender na esperança de obter larga escala, talvez também por ter alguma ambição de espalhar meu trabalho pelo Brasil.

Os acessos ao meu site (http://www.globalead.com.br) aumentaram muito, assim como o número de contatos, graças a uma gama de estratégias que apliquei. Isto funcionou.

Contudo, duas semanas depois, as vendas deste software foram pífias embora eu tenha conseguido vender outros produtos mais complexos. Flagrante que isto não estava no script.

Entendi que vendi apenas duas unidades da tal plataforma de EAD pelo preço pífio. Como se tratava de uma promoção não vendi o suporte junto,  algo que seria oferecido como pacote opcional.

O resultado é que nenhuma das duas empresas que comprou o produto (até a data de publicação deste post) usou o produto. Não conseguiram. Renegociam outros planos.

 Curiosamente dobrei o preço do mesmo software e em apenas uma semana vendi 4 cópias.  O dobro do que consegui em quinze dias.

 Analisei friamente os contatos que vieram e percebi que haviam mais curiosos (e concorrentes) do que clientes. 

O que realmente aconteceu?

Simplesmente o preço desacreditou o produto. O preço mais justo atraiu consumidores certos, afastando os aventureiros.

Então o que fiz eu? Dobrei novamente o preço, mudando a roupagem do site e da plataforma EAD, aumentando também os recursos.

Bom… Talvez você queira saber qual foi o resultado.

Isto é assunto para o próximo post!!

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